ELIFAS ANDREATO – As cores da Resistência

11 11UTC junho 11UTC 2010

Dotada de caráter visual, a exposição mostra todos os aspectos da vida e obra de Elifas Andreato, com foco na resistência à ditadura militar. Lápis, caneta e pincel se tratavam de “armas” nas mãos do artista, o qual participou ativamente na resistência junto aos talentos mais expressivos das variadas manifestações do pensamento. Possui trabalhos, entre capas de discos, cartazes de peças teatrais, fotos de jornais e de cenários criados pelo artista nos últimos 45 anos.

Nome do Autor do Post : Jéssica Salemi Posteraro

Curadoria: José Carlos Bruno

Exposição : Elifas Andreato – As cores da Resistência

Quando : De 22 de Maio a 24 de Outubro de 2010

Onde: Memorial da Resistência de São Paulo

Largo General Osório, 66 – Luz – São Paulo – SP

Entrada Gratuita de terça-feira a domingo, das 10h às 17h30

Links relacionados: 

http://terramagazine.terra.com.br/interna/0,,OI4455991-EI6581,00-Elifas+Andreato+As+cores+da+Resistencia.html

http://www.pinacoteca.org.br/pinacoteca/default.aspx?c=exposicoes&idexp=402&mn=

 Vale a pena visitá-la por se tratar de obras ligadas à história de nossa nação, que narra o nosso mundo, a justiça e liberdade. Desperta interesse para conhecer um pouco mais a fundo os processos pelos quais nosso país passou, a forma como artistas, pessoas em geral resistiram aos padrões impostos naquela época.

Ao observar algumas obras, pude sentir o processo das mudanças para que chegássemos ao “mundo” que vivemos hoje. Me interessei demais pela exposição e a forma como o artista utilizou para preservar sua própria arte e sua capacidade de resistir. Fiquei admirada e com a expectativa de poder visualizar outras obras do mesmo.

As obras produzidas e aliadas a uma criatividade e talento incomuns traduziu visualmente a mensagem de contestação ao regime autoritário. Vale a pena conferí-la! Não se arrependerão!

“Versões do Modernismo – Coleção Tuiuiu – Da Série “O Olhar do Colecionador” “

30 30UTC maio 30UTC 2010

Autor do post : Kauê Spinelli Ferraz
Título da Exposição : “Versões do Modernismo – Coleção Tuiuiu – Da Série “O Olhar do Colecionador” “
Curador: Thiago Mesquita (Vários Artistas)

Esta exposição une obras de vários artistas considerados modernistas, desde obras de 1930 até obras atuais.
Trata-se de uma coleção particular porém muito variada e pouco ortodoxa, além de abordar uma visão de modernidade muito superior apenas a Semana de Arte Moderna de 1922.

Local: IAC – Instituto de Arte Contemporânea – Rua Maria Antonia, 242, Santa Cecília, São Paulo

Funcionamento: Terça-feira a sábado das 10h às 18h – Domingo das 12h às 17h

Esta exposição estará no IAC do dia 10 de abril ao dia 4 de julho de 2010

Ao ser incumbido desta função, que a princípio me parecia a coisa mais difícil do universo, a visita ao Instituto de Arte Contemporânea foi uma das tarefas mais simples e prazerosas já propostas no âmbito universitário.
Este local me permitiu realizar uma viagem do séc. XIX aos dias atuais, e por ser uma mostra de arte contemporânea, não promove aquele “pavor” corriqueiro de quem entra a um museu, pelo contrário, a exposição é clara, objetiva, com obras variadas, portanto tende a agradar muitos públicos, e acima de tudo nos traz uma cultura nova que nós, jovens, não estamos acostumados a apreciar.
Além deste trabalho ter acrescentado cultura e novos horizontes para mim, quebrou com um paradigma social de que “museu é coisa de velho” ” museu é uma chatice”. Enfim, quem se interessar por algo novo, diferente, visite esta exposição pois realmente vale a pena, não só para acrescentar conhecimento, mas também para constituir uma outra visão sobre este tipo de arte.

“Max Ernst -Uma Semana De Bondade- Collages Originais”

25 25UTC maio 25UTC 2010

Foto da Aluna Priscila Tammaro na entrada da exposição do MASP

Nome do autor do Post : Priscila de Sousa Tammaro de Oliveira

Direção e produção da exposição : Fundación Mapfre

Curador científico : Werner Spies

Coordenação, desenho e direção de montagem : Fundación Mapfre e MASP

A exposição “MAX-ERNST – UMA SEMANA DE BONDADE”  reune collages de 1933 que são obras primas do surrealismo, que após passarem por países da Europa  em 2008 e 2009 podem ser vistas hoje no Museu de Arte de São Paulo.  São cerca de 180 obras em que Ernst retratou o nascimento do nazifascismo durante o período do entre guerras. Em 1933 Ernst passou algumas semanas em um castelo medieval, aonde recortou figuras de jornais, revistas e livros franceses. Com isso o artista criou uma série de horror sobre o mundo violento de vida da burguesia, com cenas de tortura e morte. Ele faz uma analogia da criação do mundo em sete dias.

Exposição: MAX ERNST-UMA SEMANA DE BONDADE – COLLAGES ORIGINAIS

Quando : De 23 de Abril de 2010 à 18 de Julho de 2010

Onde: MASP- Museu de Arte de São Paulo – Avenida Paulista, 1578

De terça a domingo, das 11 às 18 hrs e quinta-feira até as 20 hrs.

Preço: R$ 15,00. Estudantes R$ 7,00. Gratuito para idosos acima de 60 anos e crianças até 10 anos . Terça-feira a entrada é gratuita para todos.

Links relacionados :

http://www.guiadasemana.com.br/Sao_Paulo/Artes_e_Teatro/Evento/Max_Ernst_Uma_Semana_de_Bondade.aspx?id=64749

http://catracalivre.folha.uol.com.br/2010/04/obras-de-max-ernst-chegam-ao-masp-nesta-sexta/

http://tvzo.com.br/index.php?option=com_content&view=article&id=144:masp-exposicao-max-ernst-uma-semana-de-bondade&catid=66:acontece&Itemid=64

SETE DIAS - Ambientadas nos dias da semana, colagens de Ernst ilustram tragédias naturais, violência física e desordem mental.

 

Aluna dentro da exposição no MASP

 

Vale a pena conferir a exposição do Ernst no MASP, principalmente por se tratar de uma exposição densa, que retrata um universo inquietante que se estrutura com figuras distribuídas pelos sete dias da semana, cada um com seu elemento conforme indica o subtítulo da série (“os sete elementos capitais”) : barro, água, fogo, sangue, a parte escura, a vista e o desconhecido. Ao me deparar com algumas obras do Ernst, senti como se eu pudesse fazer parte daquela história, da qual eu não era muito familiar. Muitos personagens da mitologia grega aparecem em suas obras, o que me fez entender melhor algumas histórias abordadas em sala de aula. Eu particularmente sempre gostei do artista Max Ernst, pois para mim ele foi um dos poucos artistas capazes  criar o seu olhar e universo próprio. Acredito que aqueles que desconhecem as obras de Ernst, podem ver como chocante os temas tratados nesta exposição, aonde por exemplo o Domingo( a exposição é dividida por blocos que representam os dias da semana) é recheado de orgias, violência,blasfêmia e morte, fazendo um contraponto ao “dia de descanso”. Imperdível! Vale a pena conferir!

Exposição: “Visita da família real belga ao Brasil-1920”

25 25UTC maio 25UTC 2010

 

Foto da aluna Jéssica Posteraro na entrada da exposição

 

Aluna durante a visita à exposição

Nome do autor do post : Jéssica Posteraro

Fotografias e documentos pertencentes a coleções brasileiras e belgas retratam a passagem de rei Alberto, rainha Elisabeth e príncipe Leopoldo, em 1920, ao Rio de Janeiro, Teresópolis, Petrópolis, Belo Horizonte, Ouro Preto, São Paulo, Ribeirão Preto e Santos. Essa visita influenciou a nossa moda, música e gastronomia, tanto que muitas cidades brasileiras lhes rendem homenagens, dando seus nomes a ruas e praças. A primeira visita de uma família real ao Brasil foi a da família Belga. Confiram!

Quando: De 18 de maio de 2010 a 18 de julho de 2010
Horário: de terça a sexta-feira, das 10 às 20 horas, sábados, domingos e feriados, das 13 às 17 horas
Local: Museu de Arte Brasileira – FAAP, Rua Alagoas, 903, Higienópolis, São Paulo, SP
Tel: (11) 3662-7198

Links relacionados :

 http://vejasp.abril.com.br/exposicoes/visita-da-familia-real-belga-ao-brasil-1920

http://blogdaretro.uol.com.br/?p=3340

Recepção para o rei Alberto I em Belo Horizonte

 

Foto da família real belga, outubro 1920

 

A partir da visita à exposição da vinda da família real belga ao Brasil trouxe uma nova experiência estética à minha visão, de modo que esta repleta de fotografias remete à história da nossa nação. Nesta agrega-se certo conhecimento perante ao país que vivemos e os momentos pelos quais este passou. O acervo rico em história me fez participar desse momento histórico, ocorrido em 1920.  Vale a pena conferir! Bom passeio!

Raquel Taraborelli – Impressões da Luz

23 23UTC maio 23UTC 2010

Aluna: Tacila Marcondes Hamati

Banco azul e roseira - Óleo sobre tela- 60x80 cm, 2009

A exposição de Raquel Taraborelli foi inspirada nas obras do grande mestre do impressionismo Claude Monet. Seus quadros nos atraem pela beleza, alegria, vivacidade e transmite o sentimento de belo e leve. Em suas obras estão sempre presentes elementos natureza, como flores e campos. Com as pinceladas fragmentadas e justapostas faz um convite para que o espectador entre na cena.

Quando: De 18 de maio até 18 de junho. De segunda a sexta-feira, das 10h às 20h e sábados, das 10h `as 14h.

Onde: Galeria Nova André. Rua Estados Unidos, 2.280. Telefone: 3081-6664

Duração: De 18 de maio até 18 de junho

Links relacionados: www.galeriandre.com.br

Ipê amarelo - óleo sobre tela, 100x130cm, 2009

Foco nas pinceladas da artista

Ao olhar as obras, expostas na galeria, temos a impressão de estar caminhando por uma das trilhas ou sentada em um banco, que nos remete tranquilidade e calma.

A semelhança com as obras de Monet são muitas, desde as pinceladas até os temas da obras. A artista paulista viajou para diversos lugares para buscar inspiração nos campos floridos de Toscana, Provence e regiões da Espanha.

“Impressões da Luz é o resultado de uma caminhada em busca da transformação do sonho em uma realidade de flores, que desabrocham em variados tons, compondo um cenário de paz e beleza.” Trecho retirado do prospecto das obras de Taraborelli.

Nitsche e Tozzi – a pop art brasileira

19 19UTC maio 19UTC 2010

 

Aluna: Mariana Almeida Simões

A exposição Nitsche e Tozzi – a pop art brasileira retrata algumas das obras dos artistas de maior destaque do movimento da pop art no Brasil, Marcelo Nitsche e Claudio Tozzi, consagradores de Andy Warhol.

Quando: De segunda à sexta, das 9h às 19h. Sábados, domingos e feriados, das 10h às 17h.

Onde: Espaço Cultural Citi, Avenida Paulista, 1.111, térreo.

Duração: De 29 de março a 21 de maio.

Links relacionados: https://www.latinamerica.citibank.com/BRGCB/JPS/portal/loadPage.do?path=/staticfiles/portuguese/homepage/expo.htm&tab=institucional

Entrada gratuita.

Eu, particularmente, adoro a pop art brasileira pelo fato de retratar temas cotidianos, comuns, de uma forma alegre e contagiante. A pop art é um produto direto da sociedade de produção e consumo em massa, pois é a maneira que a arte encontrou para retratar o mundo dos objetos.

Marcelo Nitsche é conhecido por representar um universo infantil em suas obras, por ter espontaneidade na sua invenção estética. É ousado, criou as pinceladas em material rígido, fugindo às pinturas e esculturas tradicionais. É muito reconhecido por transformar os objetos, por isso é comparado com o universo infantil, pois quando olhamos o resultado da sua obra é  impossível perceber como ele consegue relacionar objetos de utilidades tão diferentes. 

Marcelo Nitsche - Mão. 1967, acrílica e espuma de borracha sobre PVC

Marcelo Nitsche, Pátria Amada. 1966, pneu e tartaruga.

Claudio Tozzi cria imagens a partir dos acontecimentos cotidianos, atribui outra visão à, por exemplo, uma panela de pressão. O artista eleva o significado de um simples objeto à condição de ser uma imagem, de ser algo reconhecido por nós, acaba com a banalidade existente nas coisas que nós consideramos simples, pois quer fazer com que nós passemos a lhes dar a devida importância.

Claudio Tozzi, Panela de pressão. 1968, acrílica sobre aglomerado.

Claudio Tozzi, Flúor. 1976, acrílico sobre aglomerado.

Museu de Arte Sacra de São Paulo

25 25UTC abril 25UTC 2010

Nome da Aluna: Carina O. Coelho

O Museu possui em seu acervo peças de artistas reconhecidos tanto no mundo da arte sacra, específicamente, como na arte universal, que são eles: Benedito Calixto, Anita Mafaltti, Aleijadinho, Frei Agostinho da Piedade, Frei Agostinho de Jesus, Manuel da Costa Athayde, Padre Jesuíno do Monte Carmelo, Antônio Francisco de Lisboa, além de artistas anônimos.

O acervo do museu possui cerca de 4 mil peças, peças essas que foram criadas entre o século XVI e XX e são originárias de capelas e igrejas do Brasil e de outros países como Portugal.

As coleções abrangem imagens sacras, prataria, mobiliários, altares, telas, livros litúrgicos e vestimentas sacras. O que faz do museu o maior do País no gênero.

Devido ao grande número de obras no acervo, as peças em exposição são substituídas de ano em ano.

Quando: 14/03/2010 – 16:30hs

Onde: Museu de Arte Sacra de São Paulo – Avenida Tiradentes, 676 – 01102-000 – Luz (Metrô Tiradentes)

Até quando: permanente – de terças a domingos e feriados – 11hs as 19hs

Link relacionado: http://www.museuartesacra.org.br

O museu é um grande meio de conhecimento de toda a história, não só da arte sacra, mas também da própria religião Católica. Lá é possível se deslumbrar com os detalhes e com a riqueza das obras. Esta é uma boa pedida para quem quer voltar ao passado e redescobrir a origem desta religião.

Árvores de São Paulo: Retratos da Natureza

30 30UTC março 30UTC 2010

Valdir Cruz – Fotografias – Árvores de São Paulo: Retratos da Natureza

A exposição reune trinta imagens inéditas do fotógrafo Valdir Cruz que fazem parte da série Árvores de São Paulo: Retratos da Natureza. As fotografias foram produzidas entre maio de 2009 e fevereiro de 2010, buscando identificar e registrar a variedade de espécies de árvores encontradas no território paulista. O artista usa a mesma poética de alguns trabalhos anteriores, onde relaciona o confronto entre a fragilidade e a força da natureza. Assim, a visão deste projeto vai além do que a fotografia nos mostra, sendo também um alerta para a conscientização e o compromisso de cada um na preservação da flora diversa e abundante que São Paulo ainda possui.

Quando: 28 de março de 2010 – às 13h

Onde: Pinacoteca do Estado – Praça da Luz,2 – São Paulo-SP

Até quando: 27 de março a 2 de maio de 2010 – terça a domindo, das 10h às 18h

Figueira, 2009

Palmeira-imperial, 2009

O fotografo Valdir Cruz reflete em suas obras certa sensibilidade perante a natureza, um olhar profundo que expressa vida em todos os detalhes de cada imagem. Pude sentir isso pelo tratamento que o artista apresenta em suas fotos onde as árvores têm um caráter humano sendo exploradas as formas e tamanhos dos galhos, troncos e folhas. Além disso, achei muito interessante o direcionamento que o artista tem ao montar um ensaio de imagens  cujo tema se relaciona à preservação do patrimônio cultural e ambiental brasileiro, dando vida às árvores e todo o ambiente a sua volta.

Andy Warhol – Mr. America

30 30UTC março 30UTC 2010

A exposição Mr. America do artista pop Andy Warhol ficará em cartaz até o dia 23 de maio na Estação Pinacoteca, próximo à estação da Luz do metrô e exibe 44 filmes, 26 pinturas, 58 gravuras, 39 fotos e duas ilustrações.

O público pode conferir as obras de Warhol de terça a domingo, das 10h às 18h. Os ingressos custam R$ 6, com possibilidade de meia-entrada para estudantes do ensino fundamental, médio e superior.

Durante a exposição é notável um tom de egocentrismo em Warhol que produziu diversas obras de auto-retrato, ilustrações e polaroids dele mesmo transvestido de mulher. Any dizia que ao se retratar, escondia suas falhas, pois elas não dizem quem ele realmente é como pessoa.

Polêmico, o artista retratava, em série, acidentes de carro com vítimas fatais, cadeiras elétricas, bandidos procurados e suicídios. Ele era conhecido como artista do caos, pois gostava de chocar o público e brincar com as situações extremas do homem. A razão para isso, segundo Andy, era a banalização da tragédia retratada nas rádios e emissoras de televisão, eram tantas mortes que ele decidiu trazer para a arte.

A morte do presidente J. F. Kennedy também é retratada com a série Flash November 22, 1963.

Os criminosos eram considerados pessoas de sucesso por Warhol, que acreditava que num futuro próximo (como vimos atualmente) todos terão direito à seus 15 minutos de fama. Um exemplo de que a previsão de Andy estava correta é o caso Nardoni ou a propagação e sucesso do reality show Big Brother Brasil.

A razão pela qual Andy Warhol produzia suas obras em série era o ápice da cultura de massa da época, a serialização e a sociedade materialista existente. Ele buscava transfigurar o objeto artístico para este ambiente fútil e banalizá-lo. Impresso na obra Lixo, que nada mais é do que fotos do lixo.

O objetivo da pop art era utilizar objetos da mídia e ficou eternizado pela frase: “A arte pop pegou o que estava fora e colocou para dentro, pegou o que estava dentro e colocou para fora”. Um exemplo disso são as polaroids de celebridades como Liza Minelli, Carolina Herrera e Debie Harry.

Seus filmes, exibidos um andar abaixo, trazem cenas de sexo, entrevistas e cenas non-sense. Warhol dizia que os filmes manipulavam os sentimentos e atitudes do povo americano da época. Um vídeo exibido com destaque é uma entrevista com sua musa Edie Sedgwick.

Há também uma instalação com nuvens prateadas feitas de filme plástico metalizado insulflado com gás hélio para trazer ao espectador a sensação sentida dentro da Factory, seu ateliê muito conhecido como ambiente mais cool da época.

De maneira geral, a exposição retrata bem o artista e consegue levar o espectador à mente genial deste grande visualizador.

Não é permitido tirar fotos, nem sem flash.

O mundo mágico de Marc Chagall – Gravuras

22 22UTC março 22UTC 2010

O mundo mágico de Marc Chagall – Gravuras
Marc Chagall

Aluna na área comum do MASP

Nome da aluna: Mariana Sabó

          A exposição contém gravuras e litografias do artista, em sua maioria retratando passagens biblícas, mitologias e fábulas. Seguindo seu estilo, Chagall nos mostra seu romantismo “abstrato” onde as emoções se sobrepõem à técnica.

Quando: De terças a domingos e feriados, das 11h às 18h. Às quintas das 11h às 20h.
Onde: MASP – Museu de Arte de São Paulo
Até quando: 28 de março de 2010
Ingresso: R$ 15,00. Estudantes: R$ 7,00. Gratuito até 10 anos e acima de 60 anos.
Às terças-feiras a entrada é gratuita para todos.

Links relacionados: http://www.masp.art.br/masp2010/exposicoes_integra.php?id=54&periodo_menu=

Dafne e Lycénion (©Marc Chagall/AUTVIS-10) é uma das 178 obras expostas em O Mundo Mágico de Marc Chagall - Gravuras, no MASP.

          Vale a pena conferir a exposição do Chagall, onde o espectador é envolvido pelo seu mundo lúdico onde cores e formas transpiram emoções.

          Ao andar pelos corredores da exposição pude ter mais contato com o artista que não me era familiar, abrindo assim um novo leque de conhecimentos. Suas gravuras são tocantes, tanto pelas cores quanto pelos traços típicos e, mesmo para alguém leigo no assunto, a exposição torna-se bela.


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